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Pele - Escolhendo os sapatos



Use sapatos e meias confortáveis de algodão, sem elástico, que não apertem nem que estejam muito folgados. Lembre-se de examinar os sapatos antes de calçá-los. Se você tem neuropatia, pode não sentir a presença de uma pedrinha ou objeto dentro dele e isto provocar um ferimento no seu pé.

Evite sapatos de bico fino ou de salto muito alto ou feitos de material sintético. Seus sapatos devem ser muito leves e sem costuras internas, e claro... muito macios também. Lembre-se de comprá-los sempre ao fim do dia, quando os pés estão mais inchados.

Sapatos inadequados respondem por cerca de 40% dos ferimentos em pés diabéticos!

O calçado para o diabético deve ter algumas particularidades que proporcionem conforto especial e proteção contra lesões:

- Ele não deve ter pontos de atrito
- Não deve ter costuras internas aparentes;
- Deve ser de couro, bem macio e bem fininho - cerca de 0,8 a 1,0 mm de espessura.
- O forro também deve ser fininho e macio.
- Cor natural de couro é a mais adequada porque não tem pigmento, que faz com que a absorção do suor seja menor.
- As palmilhas devem ser anatômicas, leves, flexíveis e removíveis e feitas de material cuja densidade permita o máximo de conforto com grande capacidade de absorção do suor. Elas servem de amortecimento e redução da pressão que chega nos pés e quando são colocadas num sapato normal, o espaço interno muda. Por isso, deve-se retirar a palmilha que já veio no calçado, a não ser que este tenha uma altura extra. As palmilhas podem ser feitas pelos próprios profissionais que confeccionarem os sapatos e ambos devem ser prescritos por médicos e fisioterapeutas e nunca pelo próprio paciente. O paciente deve ir até o sapateiro recomendado e combinar que os calçados sejam entregues no consultório do seu médico. Isso porque ele deve sempre acompanhar a primeira vez que o paciente calçar os sapatos, para verificar se estão corretos.
- O solado deve ser antiderrapante e flexível e o sapato deve ser costurado à mão.
- No comprimento do calçado, é bom deixar um centímetro sobrando porque o pé se desloca durante a marcha. Nem sempre a largura acompanha o comprimento. Por isso, a mesma numeração pode ser confeccionada com larguras diferentes.
- Somente o médico ou profissional de saúde que acompanha o paciente pode avaliar corretamente seus pés e indicar o melhor calçado. O modelo aberto expõe mais o pé, porém é o mais indicado quando o paciente está com curativo, problemas de unha ou, mesmo, se a estação do ano é o verão.
- O sapato adequado previne a úlcera, mas não cura a ferida. Para a cicatrização, são necessários: repouso, tratamento e acompanhamento clínico, além de retirada de apoio (carga do próprio corpo). Para isso, muitas vezes os pés têm de ser engessados. A partir do momento em que obteve a cicatrização, um calçado para evitar nova lesão poderá ser prescrito.




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